Neste exato momento os portugueses estão debatendo o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Isto mostra o quanto, de certa forma, falta a nós brasileiros maturidade para discutir assuntos realmente sérios. Sempre que o senso de moral e de bons costumes do brasileiro são colocados à prova ele costuma mostrar-se mais conservador que uma carola do século XV. Uma das provas mais recentes foi o falatório em torno da mini-saia da estudante da Uniban e o desfecho da história. É sobre a forma como brasileiros e portugueses encaram essas questões que eu falo nesta semana no Cartas de Lisboa.
Clique aqui para ler o artigo lá no Blog do Noblat e aqui para o “Direto de Portugal”, no Política & Cia. Ilta.
Foi uma classificação sofrida. Muito mais sofrida do que os próprios portugueses esperavam.
No final das contas, o mais importante é que poderemos contar com a equipe lusa na próxima Copa do Mundo.
Depois de fazer bonito no último mundial e colher alguns bons resultados durante a era Felipão seria uma tristeza se Portugal ficasse fora da Copa.
No entanto a equipe de Carlos Queiroz vai ter que mostrar muito mais futebol na África do Sul se quiser passar da primeira fase, onde um deslize pode mandar o trabalho de meses por água abaixo.
Poucos desenhos animados são tão elucidativos quanto aquele em que o Pateta é um pacato e educado cidadão incapaz de fazer mal até a uma formiga, mas que transforma-se em um monstro quando senta-se atrás do volante de um carro. Os motoristas mal educados estão em praticamente todos os lugares e em Lisboa não é diferente. É sobre o stress muitas vezes gratuito no trânsito que eu falo nesta semana no Cartas de Lisboa.
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Eu passei um dias desses pelo Parque Eduardo VII e notei que já está sendo novamente montada a Árvore de Natal Zon. Assim como no ano passado, ela deverá ter 44 metros de altura, pesar 217 toneladas e contar com 1.625.000 microlâmpadas.

A Árvore de Natal Zon estará de volta a Lisboa (Foto: João P.M. Lima)
Por trás do projeto está a empresa Better World, da brasileira Roberta Medina, ligada atualmente à realização do Rock in Rio Lisboa.
No ano passado fui à inauguração da árvore e – caso neste ano o espetáculo se repita – posso garantir que é um show para não perder. Além da linda iluminação, há um show pirotécnico e musical muito interessante.
Em volta da árvore, nos dias que seguem a inauguração, acontecem várias atividades como corais, apresentações teatrais e exposições. O lançamento está previsto para o dia 29 de novembro.
Nossa viagem continua por terras espanholas. Partimos de Sevilha rumo a Córdoba e Granada.
Em Córdoba conhecemos um dos lugares mais lindos de Andaluzia: o Alcazar dos Reis Cristãos, com jardins suntuosos que nos remete ao tempo dos reis e rainhas.
Já em Granada, o objetivo era claro…conhecer a famosa Alhambra. Acompanhem a última reportagem sobre a região.
Veja aqui a primeira parte da viagem.
Esta reportagem foi mais uma parceria com a TV Cidade Record.

Quando estamos em uma terra estrangeira nos sentimos um pouco representantes do nosso país. Por isso, na medida do possível, procuro enaltecer os pontos positivos do Brasil e o defendo dos estereótipos que por aí existem. No entanto, quando a gente abre um jornal por aqui e vê, pela “enésima” vez histórias de violência no Brasil, vai se dando conta do quanto é difícil encontrar argumentos. É um pouco sobre esse sentimento de falta de esperança, principalmente quando estamos longe, que eu falo nesta semana lá no Cartas de Lisboa.
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No ano passado, mais ou menos nesta mesma época, publiquei um conto no meu outro blog em que aproveitei umas fotos que fiz durante uma tarde aqui em Lisboa. A ideia era montar uma história a partir de imagens aleatórias.
Já fazia também algum tempo que tinha vontade de publicar o conto e as fotos aqui no Comboio, mas acho que faltava qualquer coisa. Faltava o clima de outono, o vento frio na baixa e a fumaça das castanhas torradas nas ruas.
Agora que tudo isto está de volta, aproveito para trazer o conto ao Comboio também.
Clique aqui para lê-lo.
Uma vez eu comentei aqui que existem diferenças por vezes engraçadas entre o português do Brasil e de Portugal. Não é raro, portanto, termos que nos adaptar a forma como chamamos objetos ou comidas.
Por exemplo: o presunto que no Brasil vai ao pão com o queijo aqui é chamado de fiambre.
Até aí é fácil. Mas o que eu nunca conseguia entender era o dito “fiambre da perna extra”. Seria um porco de cinco pernas desenvolvido nos laboratórios portugueses? Uma abominação da natureza a serviço do nosso paladar?
Ou ainda pior…melhor nem pensar.
O fato é que, pelo jeito, esta é uma dúvida que atormentava até mesmo os portugueses. Diante disto, a empresa que vende o tal fiambre colocou recentemente um comercial no ar para esclarecer de uma vez por todas de onde vem o tal “extra”. Ou não.
O vídeo acima, um sketch do grupo humorístico Gato Fedorento com um participação brasileira muito especial, é uma gozação com um gênero televisivo que domina boa parte do horário nobre da TV portuguesa: as telenovelas. Hoje em dia são exibidas diariamente 11 novelas nos canais abertos, sendo que destas mais da metade são brasileiras. Desde “Gabriela”, na década de 1970, que os portugueses se renderam aos dramas da vida real retratados nas telenovelas. É sobre elas que eu falo nesta semana no Cartas de Lisboa.
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Ou na grande tela, se preferem assim os brasileiros. Entre os dias 5 e 8 de novembro Lisboa recebe a 4ª Mostra de Cinema Brasileiro.
O evento, que acontece no Cinema São Jorge, é organizado pela Fundação Luso-Brasileira e apresentará 12 filmes contemporâneos, não exibidos no circuito comercial.
Entre os homenageados desta edição da Mostra estão o cineasta Domingos de Oliveira e ao ator Matheus Nachtergaele (que recentemente dirigiu o filme A Festa da Menina Morta).
Com o objectivo de apresentar o cinema brasileiro ao público português e à comunidade brasileira residente em Portugal serão exibidos, diariamente, quatro filmes.
Confira abaixo a programação:
Dia 5: Inauguração 21h30 - “Juventude” de Domingos de Oliveira Brasil, 2008, Drama, 72 min. Dia 6: 16h00 - “Romance” de Guel Arraes
Brasil, 2008, Drama, 105 min.
18h30 - “Santiago” de João Moreira Salles Brasil, 2007, Documentário, 80 min.
21h – “Chega de Saudade” de Laís Bodanzky Brasil, 2008, Drama, 92 min.
23h - “Meu nome não é Johnny “ de Mauro Lima
Brasil, 2008, Drama, 128 min.
Dia 7:
16h – “Feminices” de Domingos de Oliveira Brasil, 2005, Comédia, 72 min.
18h30 – “Separações” de Domingos de Oliveira Brasil, 2003, Comédia Romântica, 116 min.
21h - “Juventude” de Domingos de Oliveira Brasil, 2008, Drama, 72 min. Seguido de conversa com o realizador.
23h - “Carreiras” de Domingos de Oliveira Brasil, 2005, Drama, 72 min. Dia 8: 16h – “O Auto da Compadecida“ de Guel Arraes Brasil, 2000, Comédia, 104 min. 18h30 - “Tapete Vermelho” de Luiz Alberto Pereira Brasil, 2006, Comédia, 100 min.20h30 - Apresentação de "A Festa da Menina Morta" pelo Realizador 21h – “A Festa da Menina Morta” de Matheus Nachtergaele Brasil, 2008, Drama, 110 min. M18 23h – “A Concepção” de José Eduardo Belmonte Brasil, 2006, Drama, 96 min. M18 ________________________________________________________________________________ Informações e vendas: Bilhetes à venda na Bilheteira do Cinema São Jorge (Av. da Liberdade, nº 175, Lisboa). Reservas: 21 310 34 00. Mais informação em www.fund-luso-brasileira.org Bilhetes: 3,5 € e 3€ para menores de 25 anos, maiores de 65 e associados da Casa do Brasil.












